Baleia Azul e 13 Reasons Why: O diálogo é o caminho

Comprometidos com a formação e valorização da vida em seus espaços de atuação, os Colégios e Unidades Sociais da Rede Marista acompanham atentamente a repercussão de dois assuntos que têm feito parte do cotidiano de crianças e adolescentes: o desafio da Baleia Azul e a série da Netflix 13 Reasons Why (Os 13 porquês). Tanto o primeiro, que incentiva os jovens a participarem de ações que envolvem violência física contra si mesmos e amigos; como o segundo, que usa o atentado com a própria vida como base da história de uma estudante que sofreu bullying e as mais diversas agressões em seu tempo no Ensino Médio, têm mobilizado gestores, orientadores e educadores de nossas unidades para um estudo aprofundado sobre as iniciativas e suas consequências, bem como para um olhar atento às situações com potencial aderência a ambos os casos.

Somos maristas e valorizamos a vida, em todos os seus aspectos. Somos totalmente contrários a qualquer iniciativa que atente à integridade física de nossos estudantes e educadores, dentro e fora de nossas unidades. Por isso, é nosso papel dialogar sobre o assunto e enfrentá-lo com a seriedade devida, sendo esta nossa prioridade de atendimento para famílias, estudantes e educadores.

Nesse contexto de um importante apelo midiático para a questão do suicídio, valemo-nos, além da análise pertinente dos fatos, da promoção de diálogos. Entendemos que as conversas, feitas de forma tranquila e educativa tanto em casa quanto na escola, são a melhor maneira de elucidar dúvidas, levantar e questionar argumentos e compreender razões e motivações que estejam associadas ao que acontece com nossos jovens.

Reforçamos nossa atenção ao comportamento dos estudantes maristas, a fim de poder antecipar e tratar eventuais mudanças de hábito, isolamento, irritabilidade, entre outros sinais associados ao bullying e suas consequências. Por fim, entendendo a extrema importância da questão, ratificamos a disponibilidade de nossas unidades para todo e qualquer diálogo que possa ser feito com as famílias e estudantes a fim de ampliar, discutir e refletir sobre o assunto.

A seguir, destacamos algumas informações e orientações pertinentes, tendo como fonte a Secretaria da Saúde de Porto Alegre.

O que observar no comportamento dos jovens

  • Falas sobre morte e suicídio, mesmo que indiretamente, como vontade de "sumir", "desaparecer", "ir embora".
  • Isolamento (afastar-se da família, dos amigos).
  • Perda do interesse em atividades que costumava fazer.
  • Perda do interesse nas pessoas.
  • Mudanças no hábito de sono (insônia ou aumento das horas dormindo);
  • Mudanças dos hábitos alimentares (perda ou aumento de apetite);
  • Irritabilidade, crises de raiva.
  • Piora no desempenho escolar, recusa a ir à escola.
  • Faltas e atrasos na escola.
  • Comportamentos auto-destrutivos (auto-mutilação, uso de álcool e drogas, exposição a situações de risco).
  • Ter tentativas de suicídio anteriores.
  • Uso de roupas largas/longas.
  • Pedido constante de dinheiro.

Sobre o jogo Baleia Azul

O jogo teve origem na Rússia, mas já se espalhou por diversos países, incluindo o Brasil. Na dinâmica, os adolescentes são adicionados em grupos fechados no Facebook e WhatsApp, nos quais são demandados a cumprir 50 desafios pré-estabelecidos. As tarefas começam simples (assistir um filme de terror à noite) e vão evoluindo conforme o desafio vai chegando ao final. Na última tarefa, o jovem deve tirar a própria vida. Usuários relatam que muitas das “missões” são dadas pelos “curadores” durante a madrugada, a partir das 4h20.

 

Sobre a série 13 Reasons Why (Os 13 porquês)

A trama se desenrola a partir da personagem principal Hannah Baker, estudante do Ensino Médio que comete o suicídio e deixa 13 fitas gravadas, explicando os motivos que a levaram a cometer o ato. Ao longo dos capítulos, é exibida uma sequência de episódios de bullying dentro e fora da escola de Hannah, envolvendo diversos colegas que acabam tentando esconder o conteúdo das fitas. A série está disponível na Netflix.

Comentários (46)

Helenyta

Foi muito proveitosa a palestra de ontem. Valeu muito as dicas, muito embora e gente pense que isso nunca acontecerá em nossa casa. Os jovens de hoje estão ligados por vários meios de comunicação e não estão prontos psicologicamente para usufruir de toda essa tecnologia. Manter eles longe disso tudo é utopia, não tem como voltar atrás. Vigiar, mas com respeito e confiança é o melhor caminho.

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Colégios e Unidades Sociais

Oi, Helenyta, verdade. Por isso que enfatizamos o diálogo como melhor caminho. :)

Rodrigo Portal

Excelente iniciativa do colégio, porém acho que como todo grande problema, este começa pequeno, porém vai sendo ignorado até se tornar imenso e as vezes irreparáveis. Sempre procuro estar atento ao dia a dia de meu filho, que acabou de ingressar no colégio Marista, fazendo perguntas discretas sobre o seu dia a dia. Ele conta que está sendo bem difícil se enturmar, pois os alunos mais antigos fecham-se no seu grupo e não dão qualquer oportunidade de ele, e alguns outros novatos, a se entrosarem. Isso faz com que ele fique frustrado e isolado. Já ouviu várias vezes lhe chamarem de louco, feio e chato. Principalmente por partes das meninas. Ele fala nome de quem fez isso, e o que percebo é que, os pais não possuem a menor ideia de que seus filhos sejam os causadores do bullying, e por isso, jamais tomarão qualquer atitude a respeito. Os educadores por sua vez, acham que tudo é uma coisa natural de alunos, e vão levando, torcendo para que não aconteça nada na turma deles. Sugiro que os familiares fiquem mais atentos ao comportamento de seus filhos! Não achem que seus filhos são os únicos isentos de qualquer culpa!

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Rodrigo Portal

Obrigado pelas colocações da Helenyta, Alexandre e dos Administradores. Informo que felizmente, o colégio marcou uma reunião e escutou atentamente os argumentos. Então montamos uma boa estratégia. Estou confiante agora. Assim, achei interessante deixar registrado.

Alexandre Bongiorni

Rodrigo e Helenyta, lamento lhes dizer, mas muitas vezes o colégio prefere colocar panos quentes e não cobrar os pais destes alunos que fazem bullying, nos anos iniciais da nossa filha, tivemos tivemos diversos anos problemas com colegas meninos que a perseguiam, como o colégio não resolveu, exigimos nos anos seguintes que este aluno ficasse em turma diferente da nossa filha e orientamos a ela se blindar em momentos em que um encontro fosse possível, como no intervalo de recreio. Houveram outros casos em que os professores, totalmente despreparados, ofenderam toda a turma dela, com colocações em que dois ou três eram responsáveis pela chamada de atenção, mas como o colégio não quer se indispor com um ou dois pais, fica mais fácil generalizar. Pense, se o colégio prefere passar de ano alunos sem condições alguma de frequentar o próximo ano, por questões de notas, pra não se indispor, quanto mais numa questão de bullying. O importante é ter diálogo sim entre pais e filhos, mostrando aos filhos que os pais são seus melhores amigos de confiança. Isto no Marista Assunção, não sei como é nas outras unidades.

Colégios e Unidades Sociais

Olá, Rodrigo, sugerimos que você procure a orientação educacional do Colégio. Eles ficarão atentos a essa questão. Caso julgue necessário, nos encaminhe seus dados e o nome do colégio em que seu filho ingressou, que entraremos em contato com você.

Helenyta

Rodrigo, desculpa minha indiscrição, mas acho que deveria procurar ajuda dos educadores. Isso que está acontecendo com teu filho já é um problema da escola.

Maria

Louvo a atitude do colégio Rosario em estar atento à realidade, porém, durante os 7 anos que meu filho é aluno do colégio, infelizmente, ainda não presenciei nem soube de nenhuma atitude concreta e eficaz para diminuir o bullying entre os alunos. Lamento dizer que presenciei e soube de atitudes de bullying por parte dos educadores em relação aos alunos: rotulando, sendo intolerante, menosprezando as reações das crianças. Educar cabe aos pais, que a escola esteja mais atenta é o que eu desejo à nossas crianças e adolescentes.

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Colégios e Unidades Sociais

Olá, Maria, lamentamos muito que esteja ocorrendo algo assim. Enfatizamos aqui que essas atitudes não condizem com os valores que priorizamos. Você pode entrar em contato com o Fale Conosco do Colégio Rosário, por favor? Assim ficamos cientes e podemos atendê-la melhor. http://colegiomarista.org.br/rosario/faleconosco

Marco

Excelente iniciativa! O ambiente pernicioso e viciado de jogos e séries é de responsabilidade direta dos pais que devem controlar seus filhos no uso do computador e Facebook. Não pode existir privacidade em rede social ou Whats App em vista dos riscos maiores que podem trazer á vida e á incolumidade física das crianças e adolescentes.A escola tem um importante papel a desempenhar em todos os riscos e ameaças aos nossos filhos e parabenizo esta iniciativa dos senhores e senhoras na abertura da discussão e no alerta geral sobre estes riscos.

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Juselaine Casarin

Penso que a escola deve estar atenta a todo e qualquer movimento com os nossos filhos para evitar o bulling, pois ele acontece sim, e nos pais, muitas vezes, somos os últimos a saber, por mais que ficamos atentos aos sinais. Muitas vezes, ficamos sabendo quando o problema já está causado e não estamos na escola para poder perceber a sua instalação, os professores devem estar atentos a qualquer indício, os pais devem ser chamados e comunicados. Enfim, acho muito produtivo o colégio criar estratégias para que estas atitudes sejam eliminadas.

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Rodrigo Portal

Concordo com a Juselaine.

Colégios e Unidades Sociais

Olá, Juselaine. Muito obrigado por suas considerações. Já estamos trabalhando com iniciativas de prevenção e condução dos assuntos abordados neste texto em nossos colégios, com intuito de promover o debate entre nossos públicos. Abraço.

Bruna

13 reasons why e o desafio da baleia azul são assuntos completamente diferentes.A única coisa em comum é que no jogo o ultimo desafio é se matar e na série é que a Hannah se matou por motivos reais e não desafios.

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Colégios e Unidades Sociais

Oi, Bruna, exatamente! O jogo Baleia Azul incentiva a agressão a si mesmo que termina em suicídio. Enquanto, no 13 Reasons Why a protagonista se suicida por causa do bullying que sofre na vida real.

Inez Kwiecinski

Parabéns, sempre atentos, é isso o que importa. Família, Escola e Sociedade devem estar sempre atentos ao que acontecem com nosso jovens, vivemos num momento onde tudo é virtual, a falta de amor, carinho e atenção são motivos para isolamento, um perigo, portanto, vamos conversar mais, rir mais, compartilhar mais!

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MARIO SARTORELLO

Prezados/as, parabéns pela iniciativa de iniciar rapidamente uma reflexão sobre assuntos importantes que estão no dia a dia dos nossos filhos. Nesta semana li uma matéria sobre a possibilidade do jogo Baleia Azul ter surgido como uma notícia falsa, fato cada vez mais comum na internet (http://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/a-lenda-da-baleia-azul-ou-como-uma-noticia-falsa-traduz-um-perigo-real/). De qualquer forma,o fato de discutirmos esses assuntos juntos, pais e escola, e buscar alternativas para a solução dos problemas relacionados à juventude, já é um passo super importante.

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Luíza

Estudei no Rosário do pré até o 3 ano do ensino médio, conclui os estudos há +/- 7 anos. Nessa época o bullying não recebia esse nome. Foi difícil? Sim. Era muito comum ter "escolhidos " na sala que sofriam calados. Todo mundo via. Algumas vezes o SOE aparecia, mas tudo continuavai igual. Espero que nesses anos que passaram a postura do colégio tenha mudado e que os estudantes tenham um ambiente mais agradável de estudo.

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Alexandre Bongiorni

Luiza, lamento informar, mas não mudou muito de lá pra cá. Veja o que respondi mais acima pro Rodrigo e para a Helenyta.

Colégios e Unidades Sociais

Olá, Luíza. Lamentamos muito que tenha ocorrido esse tipo de situação com você. Gostaríamos de enfatizar que esse tipo de prática não condiz com os preceitos e recomendações que temos com nossos educadores. Já estamos trabalhando com iniciativas de prevenção e condução dos assuntos abordados neste texto em nossos colégios, com intuito de promover o debate entre nossos públicos. Abraço e obrigado por compartilhar conosco essas informações.

Pedro

Por que não pensamos numa estratégia para mapear se nossos filhos tem atitude de orientação à prática de bulling? Porque o que vemos são ações reativas, onde os danos já foram causados. O Marista poderia pensar em estratégias na relação escola-aluno e escola-família com esse enfoque.

Responder
Colégios e Unidades Sociais

Olá, Pedro. Agradecemos muito suas considerações. Já estamos trabalhando com iniciativas de prevenção e condução dos assuntos abordados neste texto em nossos colégios, com intuito de promover o debate entre nossos públicos. Abraço.

Angela

Obrigada pelo esclarecimento! Muito importante pra nossa formação de pais.

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Paulo

Que história é essa de livro dos 13 Porquês na literatura do ensino fundamental? E sobre o filme, qual é o posicionamento Marista?

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Colégios e Unidades Sociais

Olá, Paulo, para esclarecer suas dúvidas: No Marista Graças iremos trabalhar o livro no 8º ano através do projeto Árvore de vida (processo de formação) no 3º trimestre. O objetivo é falar do assunto a partir de uma escuta feita aos estudantes no ano passado. Já no Marista Aparecida, a proposta de trabalho é com o 7º ano. Os jovens já estão lendo a obra desde o início do ano. Após a leitura, eles irão produzir peças teatrais. Como dissemos no texto, o livro e a série são portas para abrirmos o diálogo com os nossos estudantes, por isso, estamos alinhando o livro com nosso projeto pedagógico. Não acreditamos que ambos tenham influência ou estimulem atos violentos entre os jovens.

Luciana

Que bela iniciativa! Diálogo e amor sempre! Que o exemplo sirva para outras escolas e também possa ajudar outras crianças e adolescentes!

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Claudia

Parabéns pelo posicionamento ! O diálogo e o amor são o único caminho !

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Aline

Meu filho é estudante Marista/BSB e sofreu bullying dos melhores amigos. Coisas simples que isoladas não teriam a menor importância, mas que ao serem repetidas todos os dias, fizeram com que ele se recusasse a ir para a escola. Foram 20 dias fora de aula. E ele não queria contar o motivo, foi difícil é doloroso pra ele.

Responder
Rodrigo Portal

Entendo muito bem o que a Aline está dizendo. Nos sentimos impotentes quando acontece esse tipo de coisa. A criança muitas vezes defende os agressores (não necessariamente agressores físicos). Sei que eles devem aprender a se defenderem, mas em atitudes isoladas do dia a dia e não algo constante e permanente!

Colégios e Unidades Sociais

Olá, Aline. Muito obrigado por suas considerações. Já estamos trabalhando com iniciativas de prevenção e condução dos assuntos abordados neste texto em nossos colégios, com intuito de promover o debate entre nossos públicos aqui na Rede Marista. O colégio João Paulo II é o único que faz parte da nossa Rede localizado em Brasília. Os demais Colégios Marista de Brasília pertencem a outra província: o Grupo Marista. Abraço.

Rafael Alves

Olá, foi realizada Palestra para os alunos da turma do teu filho sobre o bulliyng? Sou palestrante sobre o bulliyng desde 2010, também autor numa Lei Municipal no meu Município. Comento por que vale a pena, o pessoal ali a partir do 4º anos já pode receber a palestra. No meu caso, aqui na minha cidade, faço ela gratuita, direcionada a alunos, pais e professores, quem me chame e decide para quem vai ser, é a Escola, Professora interessada, Conselho de Pais e Mestres, Corpo Pedagógico, enfim, quando me chamam, levo um pen drive, é necessário ter um datashow com caixa de som. A palestra dura de 30 a 45 minutos dependendo da turma, da série, e dos problemas que a turma enfrenta. Deixo como sugestão, solicitar uma palestra para Turma. Aqui comigo, peço aos Professores que me liguem, mandam mensagens me contando se melhorou, se mudou algo, se diminuiu a incidência, e sempre os retornos são positivos. Faço em escolas particulares, municipais e estaduais. Na escola da minha filha já fiz a alguns anos atrás, já estava na hora de repetir. Uruguaiana/RS.

MARCOS SILVA GONÇALVES

Parabéns à rede Marista por abordar e enfrentar o assunto ... estejamos muito atentos !!!

Responder
NUBIA

Roupas largas e longas demonstram pouca preocupação com a aparência ou a desmotivação pra se vestir, se cuidar... Mas deve ser analisado com outros comportamentos, isolamento, tristeza, raiva repentina, bipolaridade, olhos inchados, marcas no corpo, pescoço, sonolência/insônia, etc. Muito bom ver esse assunto sendo divulgado, os adolescentes muitas vezes sofrem em silêncio. Sozinhos.

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Claudia Fernandes

Também é papel da escola dialogar sobre esses temas. Parabéns pela coragem. Sigam assim, com outros tantos temas que preocupam a nós, famílias maristas.

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Cleber Joaquim Pedro

HOSTEI MUITO

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Mariana

Muito bom o posicionamento Marista! Estou muito feliz com esta conduta da escola em abordar temas tão relevantes.

Responder
Mario

Ótima iniciativa! Parabéns aos colégios da Rede Marista!!! Sem dúvida, o diálogo, a observação, a participação diária, o interesse cotidiano pelas atividades dos filhos e o amor são fundamentais para evitar que muitos jovens venham a cair nessas armadilhas!!!

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Rita

O livro Os 13 Porquês continuará na lista de leituras obrigatórias do 8º ano? As crianças saberão lidar com esse tema?

Responder
Colégios e Unidades Sociais

Olá, Rita, tudo bem? No Marista Graças iremos trabalhar o livro no 8º ano através do projeto Árvore de vida (processo de formação) no 3º trimestre. O objetivo é falar do assunto a partir de uma escuta feita aos estudantes no ano passado. Já no Marista Aparecida, a proposta de trabalho é com o 7º ano. Os jovens já estão lendo a obra desde o início do ano. Após a leitura, eles irão produzir peças teatrais. Como dissemos no texto, o livro é mais uma porta para abrirmos o diálogo com os nossos estudantes, por isso, estamos alinhando o livro com nosso projeto pedagógico.

Itamar Luis Miozzo

Estou chocado, agradeço pela excelente matéria, vamos compartilhar.

Responder
Pedro

Roupas largas e longas viraram motivo de ser suicida quando?

Responder
Colégios e Unidades Sociais

Olá, Pedro, foi exatamente o que o Eduardo e Miguelina citaram. Mas também a mudança brusca de estilo, pode indicar desleixo consigo mesmo, em alguns casos, ou uma forma de tentar se "esconder". Abraço e obrigado por suas contribuições.

Eduardo

Não são motivo para ser suicida, mas servem para esconder muitos ferimentos e mutilações que o "Baleia Azul" determina a pessoa a fazer! Sou estudante dá escola.

Eduardo

Não são motivo para ser suicida, mas servem para esconder muitos ferimentos e mutilações que o "Baleia Azul" determina a pessoa a fazer! Sou estudante dá escola.

Miguelina

Não é "motivo" mas auxiliariam a esconder ferimentos nos braços por exemplo.

Victor

E não é. Acho que eles não se expressaram corretamente, mas pode-se associar com o fato de o indivíduo estar se auto mutilando, seja nos pulsos ou até no pescoço, e passe a vestir roupas longas para esconder estes.

Entre na discussão.

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