Ciclo de palestras "Aprender por inteiro nos completa".

Segue um breve compilado das principais atrações da semana de reflexões:

*Workshop “Escolhas de Vida”: momento de reflexão comandado pelos graduandos de psicologia Gustavo Teixeira e Rosalir Viebrantz, que discorreram sobre a importância de traçar metas e ter foco nos objetivos para uma educação bem sucedida;

*Palestra “Formas de Ingresso no Ensino Superior”: o professor de português Cristiano Fretta falou sobre as diferentes possibilidades de ingresso no ensino superior e as formas de se candidatar a cada modalidade;

*Bate-papo com profissionais e estudantes que passaram pelo EJA do Marista Vettorello: com testemunhos emocionados e marcados pela superação, pela gratidão pelo ensino qualificado e pelo acolhimento recebidos nas figuras dos professores, funcionários e colegas foram temas recorrentes nas declarações sobre a jornada de estudos no Colégio Marista Vettorello.

Leia a seguir trechos de alguns depoimentos:

 

“Quando voltei a estudar, tinha uma rotina puxada: madrugava para arrumar a casa e aprontar as refeições dos meus filhos. Saía de casa às 6h da manhã, me dividia entre dois empregos durante o dia, e de noite frequentava a escola. Tentei estudar na rede pública, mas desisti porque não conseguia aprender. Quando cheguei no Marista Vettorello, encontrei professores atenciosos, que me explicavam a matéria quantas vezes fosse preciso. Aqui me sentia acolhida, tive a ajuda de funcionários que me deram apoio para terminar meus estudos e lutar pelos meus sonhos. Hoje vejo que todo aquele esforço valeu a pena, pois consegui melhores oportunidades de trabalho após concluir o ensino médio. Atualmente curso Técnico em Enfermagem e sou exemplo para os meus filhos”. Débora Almeida

 

“Aos 14 anos engravidei e tive que parar de estudar para me mudar do interior para Porto Alegre com meu marido. Fiquei sabendo da existência de bolsas de estudos no Vettorello através da líder comunitária da região onde moro. Consegui a vaga e concluí o Ensino Médio. Aqui encontrei o apoio e o acolhimento que não tinha em casa, já que meu marido não queria que eu estudasse. Me agarrei à oportunidade, me esforcei nas aulas, ajudei a fundar o grêmio estudantil e fui líder de turma. Assim que me formei, consegui o emprego de secretária na escola. Precisei sair para fazer o curso técnico em Recursos Humanos e, quando me formei, voltei a trabalhar no Vettorello, nesta área“. Eliane Cruz