#FalaAíEducador apresenta a professora Marister da Silva

Publicado nas sextas-feiras, o espaço #FalaAíEducador é dedicado para apresentar a equipe de educadores do Marista Graças. Para além de um currículo, os educadores são convidados a compartilhar sua trajetória, seus sonhos e um recado especial para os estudantes.
 
Nesta semana é a vez da Marister da Silva, confira!
 
 
Nome:
Marister da Silva
 
Cargo:
Professora da Educação Infantil - Nível 1
 
Quanto tempo no Marista Graças:
Desde 2010 - 7 anos completados em agosto deste ano.
 
Como começou na educação?
Comecei substituindo uma licença doença na escola que eu estudava, quando ainda fazia o curso de magistério. Depois, em 1992, já formada no magistério, tive meu primeiro emprego numa escolinha de Educação Infantil. Em 1993 fiz entrevista e fui chamada para trabalhar numa escola particular chamada "Escola Jardim do Sol", na minha cidade natal, Rio Grande, onde trabalhei por 7 anos.
 
Qual a sua formação?
Curso de Magistério - Instituto de Educação Juvenal Miller (Rio Grande), depois Pedagogia - iniciei na FURG e concluí na UFSM -, e a Pós-Graduação na UFSM. 
 
Quem te inspirou para ser educador?
Minha mãe, em primeiro lugar, e algumas professoras que passaram em minha trajetória, principalmente a professora da primeira série, a Leila Gonçalves, e a da quarta série, Lorena Neves, cujo trabalho era encantador e me inspirava.
 
Um dia inesquecível em sala de aula foi quando...?
Tiveram vários...
- Um um bem marcante e de anos atrás foi na segunda série, quando tive uma estudante com deficiência auditiva e aprendi, com a ajuda da mãe dela, a me comunicar com ela. E quando, após essa estudante se mudar para Porto Alegre com a família, eu mantive contato através de cartas e fazer com a minha turma um projeto de nos correspondermos, através de cartas com a turma da escola dessa estudante. E eles vieram nos visitar em Rio Grande, passaram o dia conosco para conhecer a nossa escola, os amigos que escreviam para eles e matar a saudade da minha ex-estudante e até hoje amiga!
- Em 2010 quando entrei no Marista e tinha uma estudante com Síndrome de Down, que começou a interagir com a turma e participar das atividades propostas.
 
Partilhe uma dica cultural sobre a sua área:
Visitar o Museu Oceanográfico em Rio Grande, que mostra uma diversidade de animais marinhos e crianças e adultos se encantam. De livros, recomendo "A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir", do Rubem Alves, e "Extraordinário", do R. J. Palacio (fala sobre ser diferente, sobre o julgar os outros pela aparência).
 
Quando você era criança, qual era o seu sonho?
Ser professora, bailarina, veterinária, professora de educação física... Bailarina eu fui até o último ano e desisti quando conheci as aulas de jazz. A sapatilha de ponta ainda guardo de recordação. 
Veterinária eu desisti, pois descobri que gostava mesmo era de afofar os bichos. A educação física eu prestei o vestibular em Pelotas, mas só passei na primeira fase. Foi então que decidi seguir os passos da minha mãe, professora de português, e fiz o vestibular para Letras Francês e depois Espanhol, passei em ambos, cursei um ano de cada e desisti. Finalmente fiz vestibular para Pedagogia, onde me encontrei!
 
O que gosta de fazer no tempo livre?
Quando posso viajar, gosto de ir para Rio Grande e ficar com a minha família e brincar muito com as sobrinhas netas, que enchem minha vida de alegria. Em Porto Alegre, adoro estar com meus amigos, ir ao cinema, sair para dançar, passear e amo viajar.
 
Deixe um recado para os estudantes do Marista Graças:
Que nunca percam, mesmo depois de crescidos, a alegria de ser criança, pois é esta que habita em mim até hoje e que faz com que eu nunca perca a vontade de sonhar. Brinquem, corram, pulem, soltem o riso e acima de tudo, sejam felizes. "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" (Cora Coralina)
 
Marister com a sua mãe
 
Mais um momento especial com a sua família
 

Saiba mais

- Confira o #FalaAí de outros educadores clicando aqui
 

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