Júri Simulado chega a sua 10ª edição

Foi realizada na manhã do dia 02 de julho, a 10ª edição do Júri Simulado, atividade realizada pelo 3º ano do Ensino Médio e que constitui num dos projetos pedagógicos mais significativos do colégio.

O projeto incentiva a leitura, a pesquisa, a oralidade, a troca de experiências, o trabalho em equipe, o poder de argumentação. É o aluno promovendo seu autoconhecimento, construindo seus saberes – sozinho ou em comunhão com seus pares.

O assunto escolhido pela turma 231 - “Poderia ser aplicada a Pena de Morte para crimes hediondos no Brasil, Sim ou Não?”, foi discutido e trabalhado nas disciplinas de História pela professora Aline Ferreira de Castilhos e de Língua Portuguesa, pela professora Cleidimara Feiten Teixeira.

O Júri aconteceu no Fórum Municipal, tendo o advogado Dr. Ariel Stopassola na função de Juiz, com o corpo de jurados formado por: Maria Caravaggio Scaini, mãe da aluna Rafaela Scaini, da oitava série, e do ex-aluno Guilherme Scaini, Bruna Cumerlato, responsável pelas Tecnologias Educacionais e de Informação do colégio, Josiane Fogaça, professora da terceira série, Bruno da Veiga, ex-aluno marista e acadêmico do curso de Direito e o aluno do 2º ano do Ensino Médio, Raphael Cezimbra.

Bancada de acusação inicia as argumentações

A bancada de acusação, contra a aplicação da Pena de Morte para crimes hediondos no Brasil foi composta pelos alunos: Carlos Frederico Reis Voges, Mariana Cavalli Libardi, Otávio de Aguiar Borba e Renato Fensterseifer Júnior. Na defesa, respondendo sim a aplicação de Pena de Morte para crimes hediondos no Brasil: Francesco Vinicius Bertoluci Perez, Marjorie Batista Pedroso, Natalia Fuchs e Pedro Correa Jaeger Rocha.

Bancada de defesa durante argumentação

O veredicto dos jurados foi de cinco votos a zero a favor da Pena de Morte para crimes hediondos no Brasil. Destacando que o que foi levado em conta pelos jurados são a capacidade de argumentação e a defesa do tema pelos educandos, já que se trata de uma situação hipotética.

Segundo Maristela Pedroso, mãe da aluna Marjorie Pedroso, “O trabalho foi maravilhoso, muito empolgante. A proposta do colégio é muito interessante para o desenvolvimento do aluno. Tenho certeza que muitos aqui presentes se identificaram com a profissão, despertando o interesse pelo Direito, já para outros pode ter sido decisivo para escolher outra área de atuação.

"O projeto é muito bom, pois está passando para os alunos uma idéia bem forte de cidadania, de comprometimento e seriedade. A escola está de parabéns, proporcionou aos jovens mostrar uma maturidade tão rara hoje em dia. Isso é tudo que um pai quer. Estou encantada com o procedimento e o desempenho, que apesar da idade e do nível de preparação, foi muito bom. Que esse trabalho desabroche o sentido de solidariedade, do amor e compaixão nos corações dos nossos jovens”, declara Fabíola Voges, mãe do aluno Carlos Frederico.

Na opinião do Dr. Ariel Stopassola, Um trabalho como esse é sempre uma oportunidade de aprender e desenvolver diversas competências. Embora seja um tema bastante polêmico, o válido mesmo é a argumentação e o esforço em querer mudar esse pré-conceito que existe em relação à Pena de Morte no Brasil”.

Educandos da turma 231 orgulhosos com o sucesso do projeto

O colégio parabeniza o desempenho e dedicação de todos os envolvidos e se orgulha em ver o resultado de um trabalho feito com dedicação e competência, destacando os princípios maristas e evidenciando a missão de educação integral, formando cristãos e cidadãos comprometidos, preparados para os desafios da vida e capazes de contribuir para a transformação social.

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