Estudante é convidada para simulações da ONU em Harvard e Yale

De volta ao Colégio, depois de participar da SPMUN (São Paulo Model United Nations), simulação internacional ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), a estudante concluinte Raquel Negrão compartilha a experiência de participar da 3ª maior simulação do país e de, lá, ter garantido passaporte para outras duas simulações internacionais: nas universidades norte-americanas Harvard University e Yale University, algumas das melhores do mundo.


Na foto, o comitê UNICEF da SPMUN reunido

No último ano do Ensino Médio, Raquel já sabe o que quer: ser diplomata e se especializar em Direito Internacional. A estudante, diretora de comitê nas duas edições da SIMJOPA, conta que vivenciar a carreira que já tinha em mente, inclusive na simulação do Colégio, foi decisivo para a escolha profissional. E para alcançar seus objetivos, muita dedicação, horas de estudo e participação em várias simulações em Brasília, pelo Brasil e, agora, fora dele.


A estudante participou da delegação Internacionali

Em janeiro, a estudante embarcará para os Estados Unidos para participar de duas simulações, uma em Harvard, outra em Yale. Os convites vieram acompanhados pela menção honrosa de melhor delegada de seu comitê na SPMUN, nos dias 3 e 7/7. “Fui muito feliz para simular na SPMUN, principalmente por participar de um comitê com parte na ONU, que acompanha as notas desses comitês. As pessoas com melhores pontuações recebem convites para outras MUNs, no Brasil ou fora dele”, conta Raquel. A estudante, que representou Bangladesh na simulação, em debate sobre Trabalho Infantil diante o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), conta que virou noites se preparando para o momento: “É o meu sonho! Eu amo o que eu faço, então, me dedico e faço muito bem. É o que eu quero, estou me propondo a isso e estou muito feliz!”.

No Colégio, os amigos, professores e educadores vibram pela conquista de Raquel. O diretor Marcos Scussel fala sobre a importância da conquista: “Um dos pilares da educação marista é a formação para a cidadania. As simulações internas no Marista João Paulo II já fazem parte do calendário escolar e estimulam o protagonismo, a análise crítica e a formação para a cidadania. Ficamos felizes quando essas vivências no colégio oportunizam a participação em simulações em outros estados e também no exterior. O convite que a Raquel recebeu para participar das simulações da ONU, em Harvard e Yale, é resultado do trabalho dos educadores, mas principalmente da dedicação pessoal. Ela está de parabéns e temos certeza de que fará uma excelente representação”.

Comentários (1)

Maria Cleoneide Alves de Sousa

Só orgulho e aplausos pela dedicação!

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